25/06/2008
Floripa terá população flutuante de 1,3 milhão de pessoas em 2030
Com mais de 756 mil moradores fixos, como será possível se deslocar pela cidade? Haverá água e energia para todos? Quais as oportunidades de geração de emprego e renda para os moradores? São muitas as questões, conflitos e pontencialidades quando se pensa no futuro da cidade. Para enfrentar este desafio, cerca de 75 representantes de instituições públicas, privadas e do terceiro setor deram início às oficinas do Grupo de Trabalho Ampliado (GTA) do Processo Floripa 2030 - Estratégias de Desenvolvimento Sustentável para Florianópolis na Região.
O evento aconteceu na última terça (24/06), na Esag/Udesc. Após uma introdução feita por representantes do Grupo Gestor das Estratégias (GGE), o professor e arquiteto Rubén Pesci, da Fundação Cepa, apresentou as premissas do Floripa 2030 e descreveu o fluxo metodológico do Processo. Pesci também mostrou aos participantes do GTA o caso de Comodoro Rivadávia, na Patagônia argentina, onde recentemente foi feito projeto semelhante ao Floripa 2030.
A apresentação de Rubén Pesci está disponível na íntegra (arquivo ppt) na seção Documentos deste site, onde estão sendo reunidos conteúdos de referência para o Processo Floripa 2030.
Em seguida, Ivo Sostizzo, coordenador do Plano Diretor Participativo, do IPUF, apresentou estudo sobre a dinâmica demográfica e projeção da população de Florianópolis e região por sexo, grupos etários, distritos e bairros (1950-2050).
Após as palestras iniciais, os participantes se dividiram em três grupos, para trabalhar separadamente aspectos econômico-produtivos, sócio-culturais e urbano-ambientais.
Na próxima quinta-feira (26/06), o GGE se reúne para avaliar a primeira oficina. A segunda oficina do GTA também será realizada na Esag/Udesc, no dia 16 de julho.





